
Todas as tecnologias que utilizamos no nosso dia a dia foram primordialmente desenvolvidas para equiparem os super-computadores, é fato. Portanto, a cada novidade que chega para torná-los melhores, irão se refletir, no futuro, na nossa tecnologia pessoal.
A IBM fez a descoberta de uma nova maneira de criar chips a fim de que eles se tornem mais rápidos. A empresa utilizará pulsos de luz (afinal, o que é mais rápido do que isso?) em vez de sinais elétricos para fazer a transmissão de dados. Para termos uma ideia, essa substituição poderia fazer com que eles transmitissem terabytes de dados por segundo.
Um dos problemas apresentados pelo projeto, entretanto, seria uma desconhecida limitação de dados que poderia ser convertido de luz para eletricidade (eles não seriam luz para sempre), e vice-versa, que dependeria da energia disponível, complexidade e tamanho dos equipamentos utilizados na conversão.
Uma saída encontrada pelos pesquisadores para solucionar este problema é integrando, pela primeira vez, uma estrutura que combina chips elétricos (convencionais) e ópticos (de luz) dentro de um CMOS. O que, além de tudo, pouparia adaptações nas grandes fábricas, já que poderia funcionar perfeitamente nos já existentes.
Como iniciei o post falando, essa tecnologia interferirá em nossas vidas e, segundo um dos cientistas responsáveis pelas pesquisas, Salomão Assefa, isso deve acontecer entre 10 a 15 anos, tomando por base o que ocorreu com outros exemplos, como o console Xbox 360.
Nenhum comentário:
Postar um comentário